sexta-feira, setembro 23, 2011

Vem aí mais um ano de fuga de Portugal ... e muita para Angola


Ao menos os vistos melhoraram ... Boa Paulo Portas !
Voltaremos lá para 2015, se a coisa melhorar ...

terça-feira, setembro 20, 2011

Inaceitável !!!


Já fui admirador de Alberto João, depois passei só a achar-lhe graça ... agora acho-o inaceitável.

sexta-feira, junho 17, 2011

Este malucos vão passar por Angola


 
Sairam na semana passada de Portugal, numa Renault 4L com algumas décadas e muitos milhares de kms em cima, dois "malucos" - Pai de 70 anos e Filho - para uma Volta Total a África.

Podem acompanhar a odisseia em http://www.nuncaetarde.com .

Quando cá chegarem não perderei a oportunidade de os conhecer pessoalmente. Boa Viagem !


domingo, junho 12, 2011

Foi há dois dias o nosso Dia - O das Comunidades Portuguesas

Nunca pensei vir a pertencer ás comunidades portuguesas que trabalham no estrangeiro. Ainda me lembro da emigração das malas de cartão dos anos 60 para França. Fez-se o 25/Abril para falar mal desses periodo Salazarista ... e 30 anos depois estamos quase na mesma ... emigramos de novo em força para paises em crescimento, incluindo alguns que se libertaram também na mesma altura, como Angola ... que grande ironia do destino.


Economicamente, estamos ainda pior, à beira da bancarrota ... mas não é a primeira vez que nos temos de levantar do chão, por isso sejamos confiantes, agora que despedimos quem conseguiu despedir tanta gente, e fez emigrar bastantes.

Olhemos e inspiremo-nos na nossa historia .... como este video humorado nos relembra ...
http://portugal-noticias-positivas.blogspot.com/

sábado, maio 21, 2011

A guerra continua ... mas já ninguém liga. Espantoso !

Semanas e semanas de guerra civil, ocupam só um espaço nos ultimos minutos dos telejornais e das últimas páginas dos jornais.

Kadaffi resiste com a sua Guarda Feminina ... continua-se a bombardear e a morrer todos os dias ... mas a prisão de luxo do Senhor FMI é que interessa.

Porra, que mundo este !

quarta-feira, maio 18, 2011

O último cheque do Director do FMI


Antes de ser preso o Director do FMI ainda teve tempo para assinar o primeiro cheque do empréstimo a Portugal mas a Caixa Geral de Depósito recusou por assinatura irreconhecivel.

segunda-feira, maio 16, 2011

Muitos de nós estão em Angola por causa disto



GERAÇÃO À RASCA???


Um dia, isto tinha de acontecer.
Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego,... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.
Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquer coisa phones ou pads, sempre de última geração.
São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional. 
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere. 
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.
Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades/características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja! que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estão à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam. Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta.  
Pode ser que nada/ninguém seja assim.

PS: este texto não é meu , desconheco o autor, mas concordo com ele

Cristiano Ronaldo bate record de golos em Espanha

 Numa semana especial para o futebol português, com a final da Liga Europa entre o Porto e o Braga, Ronaldo faz história em Espanha


in "La Marca - Madrid"
Cristiano ya es historia de nuestro fútbol. El hombre de los 52 goles en lo que va de temporada se presentaba en El Madrigal con el objetivo de pulverizar un récord con 60 años de historia y no falló. Con un nuevo doblete
eleva su cuenta goleadora en Liga a los 39 tantos y ya es el mejor Pichichi de todos los tiempos.